Trabalhos Academicos


Agência Unicom

Agora tudo começou...

Cursando o 1° semestre do curso de comunicação faço parte do grupo de colaboradoras da agência Unicom, voltada a comunicação interna das instituições.


Nossa agência tem como objetivo fazer um plano de ação para o público interno do Banco HSBC, com a intenção de divulgar internamente o projeto de patrocinar a 28ª Bienal de arte contemporânea de São Paulo que dara inicio no dia 25 de setembro - 12 de dezembro de 2010.


Com isso mostrar para seus colaboradores a importância de patrocinar e participar de um evento cultural como a Bienal e como isso pode influenciar na imagem da instituição...


imagem : rodrigobueno.orelha.com.br

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Bienal de São Paulo
A 29° Bienal é um dos maiores eventos internacionais de arte contemporânea, a sua primeira amostra de arte foi realizada no ano de 1951 no museu de arte moderna de são Paulo – MAM-SP, só após a realização da 6° amostra que foi criado à fundação Titino Matarazo em 1962 por Francisco Matarazo um projeto de Oscar Niemeyer que logo depois levou o nome de Fundação Bienal que é localizada no Parque do Ibirapuera, portão três, Pavilhão Ciciliano. A fundação conta com o atual presidente Heitor Martins e um de grupo de diretores que se dedicam de maneira não remunerada, apenas pelo seu amor a arte, como não é uma instituição com fins lucrativos, depende de parcerias com o governo, empresas e civis, para manter a bienal e outros projetos que desenvolve como o projeto educacional, que visa dissemina os conceitos da arte para o publico.
 O 29° Bienal de São Paulo será realizado do dia 20 de setembro ao dia 12 de dezembro e tem como objetivo mostrar o que acontece nos dias atuais, ele busca retratar a produção de arte contemporânea no Brasil e no mundo. Esta a mostra esta ancorada na ideia que impossível separar arte de politica. Ela vai proporcionar aos seus visitantes um contato com a politica da arte, ou seja, fazer com que os visitantes entrem em contato com novas maneiras de pensar e habitar no mundo. Não pretende apenas mostrar a celebração artística, quer também mostrar que cada pessoa tem sua responsabilidade perante a vida, envolvendo o publico com a sensibilidade que a obra passa para que eles tenham a capacidade de refletir criticamente o mundo em que esta inscrita. Com isso compreender como a arte tem entranhado dentro de si uma politica.
 O titulo desta a mostra é “Um copo de mar para um homem navegar” verso do poeta Jorge de Lima, que diz que é nesse ‘’copo de mar’’, ou mesmo no infinito próximo que os artistas produzem, sem naus e sem rumos/mesmo sem vagas e areias.
O evento conta com a curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias e um grupo de curadores convidados com procedências diversas, contribuindo assim para que o evento tenha a amplitude internacional que a instituição possui, são eles: Fernando Alvim (Angola), Rina Carvajal (Venezuela/Estados Unidos), Yuko Hasegawa (Japão),  Sarat Maharaj (Africa do Sul/Reino Unido) e Chus Martinez (Espanha).
A exposição contara com a presença de 160 artistas, onde 60% deles serão constituída por artistas estrangeiros, porém mesmo o numero de estrangeiro seja maior, os artistas brasileiros terão um papel de destaque porque segundo Heitor Martins, em qualquer outro lugar no mundo a participação brasileira é muito inferior, com isso a bienal contribui para a divulgação externa de nosso pais. Estima-se a presença de um milhão de visitantes entre eles 400 mil estudantes.
A bienal apresenta vários aspectos que podem ser utilizados para uma comunicação institucional. Considerando que o Brasil esta em um bom momento na economia, a bienal contribui para sua divulgação externamente, além de promover projetos com ONGs e escolas para a população ter acesso ao mundo da arte contribuindo assim para a cultura da população.
Segundo o Presidente da Fundação Bienal Heitor Martins, ressalta que o papel da mostra não se restringe apenas ao meio artístico. “Embora o eixo da Bienal seja dado pela arte, seu impacto se faz sentir no campo da educação, da cidadania e da economia. O apoio incisivo que a Bienal vem recebendo do Ministério da Cultura, assim como da Prefeitura de São Paulo, das empresas patrocinadoras e da sociedade civil resulta justamente do entendimento desse impacto ampliado. Uma Bienal forte e representativa interessa a toda à sociedade, na medida em que se permite que nossa cidade se posicione como um dos grandes polos mundiais de arte contemporânea, gerando riqueza, progresso e benefícios materiais e simbólicos para todos”.
Com tudo a mostra possibilita transmitir a ideia do “novo‘‘, do “atual’’, do ‘‘lugar’’  do ‘‘tempo’’.
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