Aqui serão postadas assuntos voltados as curiosidades que acontece no mundo.
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Por que investir em cultura?Quais suas vantagens?
Lei Rouanet
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Facebook, Orkut, Twitter, MySpace. O que há de errado nessa lista?
Aparentemente o Twitter não é mais uma rede social.
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| sinfazu.blogspot.com |
Kevin Thau um executivo do Twitter responsável por negócios e desenvolvimento corporativo afirma que o Twitter não é uma rede social.
Thau afirmou isso na terça-feira do dia 14/09/2010 em um evento da Nokia. Segundo Thau, o Twitter é para notícias, conteúdo, informação, e para discutir essas coisas, e para entretenimento e humor. Mas não é uma rede social.
Thau também afirmou que não importa se você não se acha interessante o suficiente para ter uma conta no Twitter: o importante é que você entre no Twitter para consumir informação. Isso é uma mudança e tanto para uma empresa que começou perguntando para as pessoas o que elas estavam fazendo, há séculos agora [a pergunta já mudou eu sei].
O executivo afirmou que o Twitter não é só feito por seus usuários (que são cerca de 145 milhões) mas também por todas as outras pessoas que acessam o site só para ler os tweets. Então você não precisa mais ficar com vergonha daquele perfil sem foto que você usa só para seguir umas pessoas: também é um jeito certo de usar o Twitter, segundo o Twitter.
Link:http://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/
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Por que investir em cultura?Quais suas vantagens?
Lei Rouanet
A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991), conhecida também por Lei Rouanet, é a lei que institui politicas públicas para a cultural nacional, como o PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura.
As diretrizes para a cultura nacional foram estabelecidas nos primeiros artigos, e sua base é a promoção, proteção e valorização das expressões culturais nacionais.
O grande destaque da Lei Rouanet é a politica de incentivos fiscais que possibilita as empresas (pessoas jurídicas) e cidadãos (pessoa fisíca) aplicarem uma parte do IR (imposto de renda) devido em ações culturais.
O percentual disponivel de 6% do IRPF para pessoas físicas e 4% de IRPJ para pessoas juridicas, ainda que relativamente pequeno permitiu que em 2008 fossem investidos em cultura, segundo o MinC (Ministério da Cultura) mais de 1 bilhão.
A lei surgiu para educar as empresas e cidadãos a investir em cultura, e inicialmente daria incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. No entanto a lei tem sido atacada por, em vez de ensinar empresas a investirem em cultura, ensiná-las a fazer propaganda gratuita.
A critica principal é que o governo, ao invés de investir diretamente em cultura, começou a deixar que as próprias empresas decidissem qual forma de cultura merecia ser patrocinada. Outras criticas incluem a possibilidade de fundos serem desviados inapropriadamente
Os incentivos da união (governo) à cultura somam 310 milhões de reais: 30 milhões para a Funarte e 280 milhões para a Lei Rouanet (porcentagem investida diretamente pela União), enquanto o incentivo fiscal retira dos cofres da união cerca de um bilhão por ano.
Neste ano de 2010 a Lei Rouanet deve sofrer mudanças. O projeto já foi enviado ao Congresso pelo Governo. Dentre as principais mudanças está a criação de um fundo de R$ 800 milhões gerido pelo Minc, e também uma contrapartida de pelo menos 20% de recursos próprios das empresas nos projetos (atualmente a lei isenta totalmente os investimentos).
Patrocinar um evento cultural como por exemplo a Bienal de artes de contemporâna de São Paulo é uma importante oportunidade para participação da construção da marca da instituição, onde permite que os clientes tenham contato com a filosofia e posicionamento da empresa. Em um mercado de múltiplas opções para os consumidores onde existe um consumo fragmentado de mídia, existe uma dificuldade real de penetração de marca através do uso de meios tradicionais de comunicação. Os patrocínios permitem que nos associemos com as paixões dos consumidores como esportes, cultura e entretenimento, sem ser invasivo nesta comunicação. Interagir com clientes nestes ambientes relevantes e de confiança ajudará a criar uma preferência e lealdade na hora da escolha e consequentemente um aumento em seus negócios.


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